Quarta-feira, 22 de Julho de 2009
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB) iniciou nesta segunda-feira, dia 20, na aldeia Krikati São José, no estado do Maranhão, sua IX Assembléia Geral, que este ano comemora os 20 anos da entidade. O principal objetivo do evento é deliberar sobre a proposta de avaliação do movimento indígena amazônico, revisão e aprovação do estatuto, eleição dos novos coordenadores da COIAB e ainda a discussão da conjuntura política indígena, direitos humanos, impacto de mega projetos nas terras indígenas e mudanças climáticas, dentre outros.
Uma apresentação do povo Krikati, anfitriões do evento, deu as boas-vindas aos participantes e antecedeu a mesa de abertura, que contou com a participação do atual coordenador geral da entidade Jecinaldo Sateré Mawé; o vice coordenador Marcos Apurinã; o presidente do CONDEF, Agnelo Xavante; o coordenador-tesoureiro, Kleber Karipuna; o Presidente da Funai, Márcio Meira; o coordenador executivo da Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME), Zé de Santa; o representante da Coordenação das Articulações dos Povos Indígenas do Maranhão (COAPIMA) Lourenço Krikati; a coordenadora geral da recém-criada União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira (UMIAB), Conserlei Sumpré Xerente. Além dos representantes da Coordenação das Organizações Indígenas da Cuenca Amazônica (COICA), José V. Muiba (Bolívia), Juan Carlos Juntiachi (Equador), Diego Escobar (Colômbia); e do Cacique José Krikati, maior autoridade local, que abriu oficialmente o encontro.
A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), instância nacional das organizações indígenas regionais de todo país, da qual a COIAB faz parte, também participa do encontro, representada pelo coordenador da APOINME e pelo representante da Articulação dos Povos Indígenas do Pantanal e região (ARPIPAN), Nito Guarani.
Mulheres Indígenas
Durante o período de preparação da Assembléia, na véspera do encontro, já na aldeia São José, aconteceu o III Encontro de Mulheres indígenas da Amazônia, no qual foi definida a criação de uma organização autônoma de mulheres, que atuará de forma independente, em estreita parceria com a COIAB, e que foi denominada União das Mulheres Indígenas da Amazônia Brasileira – UMIAB. Foram eleitas para a UMIAB : Concerlei Sompré Xerente (coordenadora-geral). Edilene Krikati (vice-coordenadora), Matilde Madikai (coordenadora), Letícia Luiza Yawanawa (coordenadora). A iniciativa para a criação da nova organização nasceu a partir do Departamento de Mulheres da COIAB, coordenado por Maria Miquelina Machado Tukano. “Este foi um dos maiores avanços das mulheres indígenas da Amazônia na última década, mas precisamos sempre melhorar e qualificar o trabalho. A UMIAB me deixa bem animada e motivada quanto a isso. A nossa nova organização veio para somar com o trabalho que já vem sendo feito pela COIAB com as mulheres indígenas”, afirmou.
A UMIAB terá como primeiro desafio se firmar junto aos parceiros do movimento indígena e buscar recursos para as ações da organização, que inicialmente funcionará na sede da COIAB em Manaus, onde todas as coordenadoras irão trabalhar, com exceção da representante que será responsável pelas articulações em Brasília. Para o cargo foi eleita Geici Mura, do Amazonas.
Eleição do Conselho Fiscal
No mesmo período houve também a eleição do Conselho Deliberativo Fiscal (CONDEF), que discutiu uma proposta de novo Estatuto para a COIAB, que será apreciado durante a assembléia. O CONDEF é o responsável pela fiscalização e aplicação dos recursos financeiros da COIAB. Para a nova diretoria foram escolhidos Agnelo Xavante, reeleito para a presidência; Letícia Luiza Yawanawa, vice-presidente; Ivan Guarani, secretário-geral e Maximiliano Tukano, assessor do presidente.
Agnelo disse estar satisfeito com a reeleição, fez uma análise do último mandato e falou do que espera de agora em diante “Nos últimos anos precisei pressionar bastante para melhorar a atuação e participação do CONDEF nos assuntos da COIAB. Minha intenção agora é buscar, junto com os novos conselheiros, ainda mais rigidez no cumprimento das deliberações do conselho para podermos melhorar ainda mais. Até um ano e meio atrás, tive muita dificuldade em fiscalizar a aplicação de recursos, o que já melhorou 50 por cento de lá pra cá. Agora temos que chegar a 100 por cento com total transparência na entrada de recursos nas organizações, o que precisa ser informado pelos coordenadores ao CONDEF. A minha expectativa é avançar nisso, para podermos enfrentar os novos desafios”, afirmou.
Após um primeiro dia de muito trabalho, a dança dos guerreiros Xavante fechou a noite em grande estilo, preparando os ânimos para a semana.
lunes, 27 de julio de 2009
martes, 21 de julio de 2009
Ecuador: Comunicado de la CONFENIAE
La CONFENIAE como una organización regional de las Nacionalidades Indígenas de la Amazonia Ecuatoriana Inicia preparatoria para las acciones frente a la amenaza y arremetida del Régimen con sus Decretos y Leyes contrarias a los principios de la Plurinacionalidad, por lo que este afecta muy directamente a las Vidas de las 10 Nacionalidades, de su entorno natural, por ello denuncia y comunica a sus bases:
1. Comunicado a sus Bases
2. Declaración de Napo
Atentamente.
Departamento de Comunicación de la CONFENIAE
COMUNICADO Nº 1
Unión Base, Puyo 14 julio 2009.
ANTE LA POLITICA DE DOMINIO Y EXTERMINIO POR
REGIMEN DE CORREA HACIA LAS NACIONALIDADES AMAZONICAS
CONFENIAE COMUNICA A SUS BASES: Organizaciones y Federaciones de las Nacionalidades Achuar, Andoa, Cofán, Siona, Secoya, Kichwa, Shiwiar, Waorani, Shuar, Zápara y sus Comunidades, Comunas, Centros, Asociaciones, y a sus Autoridades Líderes, Kurakas, Barayos, Síndicos, Presidentes en toda la Región Amazónica de las Provincias Sucumbíos, Orellana, Napo, Pastaza, Morona Santiago y Zamora Chinchipe.
CONSIDERANDO
Que, El Gobierno de Rafael Correa ha Claudicado, mancillado, minimizado, denigrado, a los principios organizativos políticos de las Nacionalidades y Pueblos Ancestrales del Ecuador, desconociendo los valores de la existencia de nuestros Derechos Consuetudinarios, Constitucionales reconocidos y garantizados en la Constitución de la República y de los Derechos Internacionales de cual el Ecuador es signatario como del Convenio 169 de la OIT, de la misma Declaración de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas.
Que, El sistema político ideológico del régimen actual NO concuerda NI respeta principios de las Nacionalidades Ancestrales Amazónicos practicados desde los tiempos inmemoriales de nuestros Ancestros. Promoviendo según al llamado Desarrollo para el exterminio paulatino y simultáneo maquillado, configurado en obras sociales como Bono Solidario, Crédito 555, Socio Bosque, Aliméntate Ecuador, Bono Vivienda, Socio Siembra, salud, Becas y uniformes escolares.
Que A los líderes, cuando defendemos Nuestros Plenos Derechos Territoriales, el Gobierno nos llama Terroristas, Mediocres, Infantiles y nos amenaza directamente con las Fuerzas Armadas y Fuerzas Públicas con enjuiciarnos, intimidando y tratando de sembrar sumisión, humillación hacia los pueblos y Nacionalidades nunca antes practicados.
Que, Violando la Constitución y Dictando Decretos ha coartado a las Autonomías Institucionales de los Pueblos Indígenas creado a bases de luchas, e impulsa proyectos de Ley para expropiarnos y despojarnos de nuestros Territorios Ancestrales, entregando nuestros territorios a las compañías nacionales y transnacionales Petroleras, Mineras, Hidroeléctricas, con el uso del Acto Represivo de las Fuerzas Armadas para invasión de nuestra Madre Selva Amazónica y saquear toda la Biodiversidad sin considerar las consecuencias humanas a suceder.
Que, El Gobierno Nacional mediante Decreto 1780 del 12 de junio 2009 intenta someternos a las Leyes Autocráticas Dictatoriales, Estigmatizantes con interés de gobernar indefinidamente aplicando Estrategias de la época de la Conquista Española de los años 1500 entregando privilegios de nuestros Territorios a las Misiones Católicas: Capuchina-Vicariato Apostólico de Aguarico; Josefina¬-Vicariato Apostólico de Napo; Dominicana-Vicariato Apostólico de Puyo; Salesiana-¬Vicariato Apostólico de Méndez; Carmelita-Vicariato Apostólico de Sucumbíos; Franciscana de Zamora-Vicariato Apostólico de Zamora, para que suscriban Convenios y Contratos con el Ministerio de Agricultura Ganadería, Acuacultura y Pesca; Instituto Nacional de Desarrollo Agrario (INDA); y el Ministerio del Ambiente con todo el apoyo económico del Gobierno que es desarrollar un proceso de orientación de Modus Vivendi de sumisión estratégica y sometimiento a las leyes religiosas así como del gobierno con el pleno acompañamiento de las Fuerzas Armadas.
COMUNICA
1. No permitir el ingreso de las personas desconocidas sin autorización de los Presidentes de sus Federaciones, Organizaciones o Nacionalidades legítimamente reconocidos, quienes engañan a nuestra gente ingenua para recabar información sobre las necesidades básicas o números poblacionales que son contratados y enviados consultores por parte de la SENPLADES que planifican para aplicar políticas, Decretos, Leyes en contra de las Nacionalidades y Pueblos de la Amazonía.
2. Organizar, controlar, ejercer autoridad como gobierno los líderes de las bases con acciones de defensa de nuestros Territorios, como único Bien Natural que nos permite el Buen Vivir - Sumak Kawsay - Shiir Pujustin, del presente y generación venidera como esencia de la Vida dentro del convivir diario en el espacio territorial en relación hombre - naturaleza.
3. Con una firme decisión desde nuestros Territorios de los Centros, Comunas, Comunidades, Asociaciones, Federaciones, Nacionalidades no permitir el ingreso ni la creación de las estructuras de las Misiones Católicas: Capuchina-Vicariato Apostólico de Aguarico; Josefina¬-Vicariato Apostólico de Napo; Dominicana-Vicariato Apostólico de Puyo; Salesiana-¬Vicariato Apostólico de Méndez; Carmelita-Vicariato Apostólico de Sucumbíos; Franciscana de Zamora-Vicariato Apostólico de Zamora.
4. En todos los Territorios de las Nacionalidades No acatar y declararse en desobediencia a las Políticas Religiosas sobre el sistema de Modus Vivendi suscrito entre Ecuador y la Santa Sede y el Convenio Adicional firmado el 24 de julio de 1937, que el Gobierno de Rafael Correa quiere imponer a través de su Decreto 1780 del 12 junio del 2009, publicado en Registro Oficial Nº 620.
5. El Consejo de Gobierno de la CONFENIAE y las Nacionalidades estamos en un proceso de construcción e implementación de los Gobiernos Territoriales Autónomos en los Territorios de las Nacionalidades Amazónicas, con la creación de las Circunscripciones Territoriales Indígenas garantizados en la Constitución, que tendrán todas las competencias y su debido presupuesto conforme al ejercicio del Derecho de un Estado Plurinacional e Intercultural.
6. Denunciar y Exigir ante máximas y únicas autoridades Kurakas, Barayos, Síndicos, Awene - Ne Anani, Presidentes de los Centros, Comunas, Comunidades, Asociaciones, Federaciones, Nacionalidades y a la Confederación CONFENIAE, CONAIE, COICA cualquier forma de imposición o uso de la fuerza en contra de los integrantes de bases pobladores que suscitare o atentare por sujetos desconocidos.
7. Todo acto que esté violando, los Derechos propios de las Nacionalidades, elevaremos denuncia inmediata ante Organismos nacionales e internacionales de los Derechos Humanos y Derechos de los Pueblos Indígenas de las Naciones Unidas, OEA, Parlamento Andino, Relator Especial de la ONU, Amnistía Internacional, Survival International, Comisión Interamericana de los Derechos Humanos y la OIT, por que nos Asiste el Derecho de la Autodeterminación de las Nacionalidades y Pueblos.
Tito Puanchir.
PRESIDENTE “CONFENIAE”
Ii Nunkenka Sumaneatsui, Turutskesha Suruneatsui
Ñukanchik Sumak Kawsay Allpata Manarandichiwa Kan
Nuestro Territorio No Se Compra Ni Se Vende
1. Comunicado a sus Bases
2. Declaración de Napo
Atentamente.
Departamento de Comunicación de la CONFENIAE
COMUNICADO Nº 1
Unión Base, Puyo 14 julio 2009.
ANTE LA POLITICA DE DOMINIO Y EXTERMINIO POR
REGIMEN DE CORREA HACIA LAS NACIONALIDADES AMAZONICAS
CONFENIAE COMUNICA A SUS BASES: Organizaciones y Federaciones de las Nacionalidades Achuar, Andoa, Cofán, Siona, Secoya, Kichwa, Shiwiar, Waorani, Shuar, Zápara y sus Comunidades, Comunas, Centros, Asociaciones, y a sus Autoridades Líderes, Kurakas, Barayos, Síndicos, Presidentes en toda la Región Amazónica de las Provincias Sucumbíos, Orellana, Napo, Pastaza, Morona Santiago y Zamora Chinchipe.
CONSIDERANDO
Que, El Gobierno de Rafael Correa ha Claudicado, mancillado, minimizado, denigrado, a los principios organizativos políticos de las Nacionalidades y Pueblos Ancestrales del Ecuador, desconociendo los valores de la existencia de nuestros Derechos Consuetudinarios, Constitucionales reconocidos y garantizados en la Constitución de la República y de los Derechos Internacionales de cual el Ecuador es signatario como del Convenio 169 de la OIT, de la misma Declaración de las Naciones Unidas sobre los Derechos de los Pueblos Indígenas.
Que, El sistema político ideológico del régimen actual NO concuerda NI respeta principios de las Nacionalidades Ancestrales Amazónicos practicados desde los tiempos inmemoriales de nuestros Ancestros. Promoviendo según al llamado Desarrollo para el exterminio paulatino y simultáneo maquillado, configurado en obras sociales como Bono Solidario, Crédito 555, Socio Bosque, Aliméntate Ecuador, Bono Vivienda, Socio Siembra, salud, Becas y uniformes escolares.
Que A los líderes, cuando defendemos Nuestros Plenos Derechos Territoriales, el Gobierno nos llama Terroristas, Mediocres, Infantiles y nos amenaza directamente con las Fuerzas Armadas y Fuerzas Públicas con enjuiciarnos, intimidando y tratando de sembrar sumisión, humillación hacia los pueblos y Nacionalidades nunca antes practicados.
Que, Violando la Constitución y Dictando Decretos ha coartado a las Autonomías Institucionales de los Pueblos Indígenas creado a bases de luchas, e impulsa proyectos de Ley para expropiarnos y despojarnos de nuestros Territorios Ancestrales, entregando nuestros territorios a las compañías nacionales y transnacionales Petroleras, Mineras, Hidroeléctricas, con el uso del Acto Represivo de las Fuerzas Armadas para invasión de nuestra Madre Selva Amazónica y saquear toda la Biodiversidad sin considerar las consecuencias humanas a suceder.
Que, El Gobierno Nacional mediante Decreto 1780 del 12 de junio 2009 intenta someternos a las Leyes Autocráticas Dictatoriales, Estigmatizantes con interés de gobernar indefinidamente aplicando Estrategias de la época de la Conquista Española de los años 1500 entregando privilegios de nuestros Territorios a las Misiones Católicas: Capuchina-Vicariato Apostólico de Aguarico; Josefina¬-Vicariato Apostólico de Napo; Dominicana-Vicariato Apostólico de Puyo; Salesiana-¬Vicariato Apostólico de Méndez; Carmelita-Vicariato Apostólico de Sucumbíos; Franciscana de Zamora-Vicariato Apostólico de Zamora, para que suscriban Convenios y Contratos con el Ministerio de Agricultura Ganadería, Acuacultura y Pesca; Instituto Nacional de Desarrollo Agrario (INDA); y el Ministerio del Ambiente con todo el apoyo económico del Gobierno que es desarrollar un proceso de orientación de Modus Vivendi de sumisión estratégica y sometimiento a las leyes religiosas así como del gobierno con el pleno acompañamiento de las Fuerzas Armadas.
COMUNICA
1. No permitir el ingreso de las personas desconocidas sin autorización de los Presidentes de sus Federaciones, Organizaciones o Nacionalidades legítimamente reconocidos, quienes engañan a nuestra gente ingenua para recabar información sobre las necesidades básicas o números poblacionales que son contratados y enviados consultores por parte de la SENPLADES que planifican para aplicar políticas, Decretos, Leyes en contra de las Nacionalidades y Pueblos de la Amazonía.
2. Organizar, controlar, ejercer autoridad como gobierno los líderes de las bases con acciones de defensa de nuestros Territorios, como único Bien Natural que nos permite el Buen Vivir - Sumak Kawsay - Shiir Pujustin, del presente y generación venidera como esencia de la Vida dentro del convivir diario en el espacio territorial en relación hombre - naturaleza.
3. Con una firme decisión desde nuestros Territorios de los Centros, Comunas, Comunidades, Asociaciones, Federaciones, Nacionalidades no permitir el ingreso ni la creación de las estructuras de las Misiones Católicas: Capuchina-Vicariato Apostólico de Aguarico; Josefina¬-Vicariato Apostólico de Napo; Dominicana-Vicariato Apostólico de Puyo; Salesiana-¬Vicariato Apostólico de Méndez; Carmelita-Vicariato Apostólico de Sucumbíos; Franciscana de Zamora-Vicariato Apostólico de Zamora.
4. En todos los Territorios de las Nacionalidades No acatar y declararse en desobediencia a las Políticas Religiosas sobre el sistema de Modus Vivendi suscrito entre Ecuador y la Santa Sede y el Convenio Adicional firmado el 24 de julio de 1937, que el Gobierno de Rafael Correa quiere imponer a través de su Decreto 1780 del 12 junio del 2009, publicado en Registro Oficial Nº 620.
5. El Consejo de Gobierno de la CONFENIAE y las Nacionalidades estamos en un proceso de construcción e implementación de los Gobiernos Territoriales Autónomos en los Territorios de las Nacionalidades Amazónicas, con la creación de las Circunscripciones Territoriales Indígenas garantizados en la Constitución, que tendrán todas las competencias y su debido presupuesto conforme al ejercicio del Derecho de un Estado Plurinacional e Intercultural.
6. Denunciar y Exigir ante máximas y únicas autoridades Kurakas, Barayos, Síndicos, Awene - Ne Anani, Presidentes de los Centros, Comunas, Comunidades, Asociaciones, Federaciones, Nacionalidades y a la Confederación CONFENIAE, CONAIE, COICA cualquier forma de imposición o uso de la fuerza en contra de los integrantes de bases pobladores que suscitare o atentare por sujetos desconocidos.
7. Todo acto que esté violando, los Derechos propios de las Nacionalidades, elevaremos denuncia inmediata ante Organismos nacionales e internacionales de los Derechos Humanos y Derechos de los Pueblos Indígenas de las Naciones Unidas, OEA, Parlamento Andino, Relator Especial de la ONU, Amnistía Internacional, Survival International, Comisión Interamericana de los Derechos Humanos y la OIT, por que nos Asiste el Derecho de la Autodeterminación de las Nacionalidades y Pueblos.
Tito Puanchir.
PRESIDENTE “CONFENIAE”
Ii Nunkenka Sumaneatsui, Turutskesha Suruneatsui
Ñukanchik Sumak Kawsay Allpata Manarandichiwa Kan
Nuestro Territorio No Se Compra Ni Se Vende
lunes, 20 de julio de 2009
INDÍGENAS, AFRODESCENDIENTES Y MIGRANTES CONVOCAN A FORO INTERNACIONAL CONTRA EL RACISMO Y LA DISCRIMINACIÓN
El encuentro tendrá lugar el jueves 23 de julio de 3 a 9 p.m. en el Salón de Conferencias de Hotel Ariosto (Av. La Paz 769, Miraflores).
El jueves 23 de julio Lima será la sede del II Foro Internacional Contra el Racismo y la Discriminación “Hacia un Continente Inclusivo”. Este encuentro es organizado por la Comisión Nacional Interétnica del Perú (CNIP), alianza conformada por organizaciones indígenas andinas, amazónicas, desplazados/migrantes y afrodescendientes cuyos representantes e invitados compartirán con el público asistente sus logros y perspectivas sobre la problemática del racismo, el prejuicio y la discriminación en Latinoamérica y el mundo.
Dicho encuentro contará con la presencia de líderes y lideresas indígenas de Centro y Sudamérica, como Daysi Zapata, presidenta de AIDESEP, la cantautora y política Mapuche Sofía Painequeo y Mirian Marcos, representante de la Coordinadora Nacional de Mujeres Indígenas (CONAMI) y miembro del pueblo Terena de Brasil.
Asimismo, participarán representantes del los estados de Guatemala, Brasil y Perú, entre los que destacan Vilma Sánchez de la Comisión Nacional contra la Discriminación y el Racismo (CODISRA), Oraida Machado de la Secretaría Ejecutiva del Consejo Nacional de la Promoción de la Igualdad Racial del gobierno de Brasil y por Perú Julio Mancilla de la Defensoría del Pueblo y Grover Castro del Ministerio de Justicia.
A nivel de las Naciones Unidas asistirán Jorge Araya de la Oficina Regional para América Latina del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos y Sanna Saarto de la Organización Internacional del Trabajo (OIT), entre otros. Igual presencia tendrán los organismos de derechos humanos y representantes de la sociedad civil tales como la Coordinadora Nacional de Derechos Humanos, Amnistía Internacional, el Centro Amazónico de Antropología y Aplicación Práctica (CAAP) y el Centro de Estudios y Promoción Afroperuanos LUNDU.
Durante la jornada se discutirá, entre otros temas, los avances en el marco del Programa de Acción de la Conferencia Mundial contra el Racismo, la Discriminación Racial, la Xenofobia y las Formas Conexas de Intolerancia, analizando las propuestas desde los propios afectados.
En el Perú existe un promedio de 80 grupos étnicos, los cuales constituyen un promedio de 300,000 habitantes. Dicha cifra no contempla a los migrantes y desplazados por la violencia política o los afrodescendientes que han visto menoscabada su identidad a consecuencia del racismo, el prejuicio y la discriminación.
Ver programa, presentación y afiche en: www.chirapaq.org.pe/es/
Lima, 17 de julio del 2009
Contactos:
Comunicaciones Chirapaq
Telf. 423-2757 / 985-072-693
El jueves 23 de julio Lima será la sede del II Foro Internacional Contra el Racismo y la Discriminación “Hacia un Continente Inclusivo”. Este encuentro es organizado por la Comisión Nacional Interétnica del Perú (CNIP), alianza conformada por organizaciones indígenas andinas, amazónicas, desplazados/migrantes y afrodescendientes cuyos representantes e invitados compartirán con el público asistente sus logros y perspectivas sobre la problemática del racismo, el prejuicio y la discriminación en Latinoamérica y el mundo.
Dicho encuentro contará con la presencia de líderes y lideresas indígenas de Centro y Sudamérica, como Daysi Zapata, presidenta de AIDESEP, la cantautora y política Mapuche Sofía Painequeo y Mirian Marcos, representante de la Coordinadora Nacional de Mujeres Indígenas (CONAMI) y miembro del pueblo Terena de Brasil.
Asimismo, participarán representantes del los estados de Guatemala, Brasil y Perú, entre los que destacan Vilma Sánchez de la Comisión Nacional contra la Discriminación y el Racismo (CODISRA), Oraida Machado de la Secretaría Ejecutiva del Consejo Nacional de la Promoción de la Igualdad Racial del gobierno de Brasil y por Perú Julio Mancilla de la Defensoría del Pueblo y Grover Castro del Ministerio de Justicia.
A nivel de las Naciones Unidas asistirán Jorge Araya de la Oficina Regional para América Latina del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Derechos Humanos y Sanna Saarto de la Organización Internacional del Trabajo (OIT), entre otros. Igual presencia tendrán los organismos de derechos humanos y representantes de la sociedad civil tales como la Coordinadora Nacional de Derechos Humanos, Amnistía Internacional, el Centro Amazónico de Antropología y Aplicación Práctica (CAAP) y el Centro de Estudios y Promoción Afroperuanos LUNDU.
Durante la jornada se discutirá, entre otros temas, los avances en el marco del Programa de Acción de la Conferencia Mundial contra el Racismo, la Discriminación Racial, la Xenofobia y las Formas Conexas de Intolerancia, analizando las propuestas desde los propios afectados.
En el Perú existe un promedio de 80 grupos étnicos, los cuales constituyen un promedio de 300,000 habitantes. Dicha cifra no contempla a los migrantes y desplazados por la violencia política o los afrodescendientes que han visto menoscabada su identidad a consecuencia del racismo, el prejuicio y la discriminación.
Ver programa, presentación y afiche en: www.chirapaq.org.pe/es/
Lima, 17 de julio del 2009
Contactos:
Comunicaciones Chirapaq
Telf. 423-2757 / 985-072-693
Suscribirse a:
Entradas (Atom)
